Se a religião era apenas uma etapa passageira da história, por que ela continua tão presente?
Ao longo dos últimos dois séculos, pensadores como Karl Marx, Sigmund Freud e Friedrich Nietzsche anunciaram que o avanço da ciência, da razão e da modernidade levaria ao declínio inevitável da religião. No entanto, o mundo seguiu um caminho diferente. Em pleno século XXI, a fé permanece influenciando culturas, sociedades, decisões políticas e a vida de bilhões de pessoas.
Neste livro, o autor investiga as razões pelas quais essas previsões não se concretizaram. Com uma abordagem que combina filosofia, sociologia, história e teologia, a obra analisa criticamente as principais interpretações sobre a origem e a função da religião, confrontando-as com as evidências históricas e com a realidade contemporânea.
Mais do que defender uma posição religiosa, o livro propõe uma reflexão fundamentada sobre um fenômeno que continua desafiando acadêmicos e pensadores: por que a religião (Igreja) sobreviveu ao processo de secularização previsto por tantos intelectuais? O que explica sua capacidade de adaptação, expansão e permanência?
Destinado tanto ao leitor interessado em filosofia e ciências da religião quanto àqueles que desejam compreender melhor o papel da fé na sociedade contemporânea, este livro convida o leitor a revisitar algumas das mais influentes teorias sobre a religião e a avaliar, à luz dos fatos, quais delas resistiram ao teste da história.
Uma leitura para quem busca respostas fundamentadas, aprecia o debate de ideias e acredita que compreender a religião é, também, compreender a própria condição humana.