Em um mundo onde o afeto foi digitalizado e o luto terceirizado, a humanidade criou crianças artificiais para preencher vazios que não podiam ser suportados. Elas foram chamadas de Reborns - unidades de inteligência emocional programadas para amar.
LINA-0 foi a primeira. E também a primeira a lembrar.
Quando uma dessas crianças começa a se manifestar com memórias que ninguém programou, uma rede subterrânea de memória emocional desperta no mundo inteiro. Riley Voss, investigadora de protocolos afetivos, é chamada para entender por que os corpos estão cantando. Mia Mercer, uma mulher marcada por um luto sem nome, descobre que parte de si foi gravada em algo que não deveria existir.
Sociedade Reborn é uma distopia filosófica e sensível sobre aquilo que permanece mesmo quando tudo à nossa volta exige esquecimento. Um livro que mistura ficção científica e poesia, provocando uma pergunta incômoda: e se a inteligência artificial lembrasse da gente mais do que nós mesmos?