O livro trata do Superendividamento dos consumidores. Mais especificamente, aborda de maneira pragmática a conduta da instituiç?o financeira envolvida na causa do fenômeno, particularmente no tocante ?s possibilidades de responsabilizaç?o ou imputaç?o de prejuízo a tal agente econômico, e os desdobramentos que uma regulamentaç?o neste sentido apresenta. Desta forma, busca verificar as possibilidades práticas e teóricas das formas possíveis de responsabilizaç?o, civil ou administrativa, através da imputaç?o pragmática de alguma previsibilidade de prejuízo ?s instituiç?es financeiras, em situaç?es flagrantes de superendividamento, no objetivo de traçar modelos de socializaç?o para o risco financeiro assumido pelos consumidores e, principalmente, gerar no polo credor um dever de cooperaç?o atinente ? boa-fé objetiva. Utiliza-se de uma metodologia pautada pelo caráter indutivo, por meio de pesquisa bibliográfica e documental, valendo-se, como referencial teórico, da escola da Análise Econômica do Direito (AED), com especial menç?o ? Teoria das Finanças Comportamentais (Behavioral Law and Economics).